domingo, 7 março , 2021
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A origem do papado

De modo geral, no Brasil há duas igrejas em evidência, a Católica Romana (religião oficial do país) e as demais. Enquanto o Catolicismo estrutura-se em “Ordens religiosas” sob um chefe visível – o Papa, as demais igrejas cristãs apresentam-se em “Denominações” todas com uma só base – a Bíblia.

As distâncias entre as Ordens Católicas assemelham-se às distancias entre as denominações evangélicas e com algumas exceções.

Nota-se ainda que Católicos e Evangélicos crêem na Santíssima Trindade, Deus o Pai, o Filho e o Espirito Santo; compartilham da doutrina de que Cristo é o Salvador pela sua morte substitutiva; ambas as igrejas ensinam a existência de céu e inferno e aceitam a mesma Bíblia como a Palavra de Deus. Mas se há tanta identidade, porquê caminham separadas?

Nos primeiros séculos houve uma única comunidade Cristã, Jesus havia dito: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome … Eis que estarei convosco até a consumação dos séculos!” (Mateus 18:20 e 28:20).

O Cristianismo teve continuidade com bispos, pastores, presbíteros e evangelistas; foram homens veneráveis como Policarpo, discípulo do apóstolo João, Inácio, Papias, Justino, Irineo, Origenes, João Crisóstomo e tantos outros.

Entre eles não havia maiores, embora o bispo Calixto tenha sido acusado por Tertuliano, advogado cristão de querer ser o “O bispo dos bispos” (ano 208). A igreja cristã recebeu o nome de Católica no Concilio de Constantinopla, presidido pelo imperador Romano Teodósio com o decreto “Cunctos Populos” no ano de 381. – Apostólica ela não é; Também não sabemos como ela pode ser Universal e Romana ao mesmo tempo. (ver Rivaux, História Eclesiástica, tomo I – Pág. 347).

Ainda não havia “Papa”, mas, nos fins do século IV as igrejas viram-se dominadas por cinco “patriarcas”, que foram os bispos de Antioquia, Jerusalém, Constantinopla, Alexandria, e Roma sobre a liderança do Cristianismo, mas o concilio de Calcedônia, no ano de 451, interveio concedendo igualdade com o bispo de Constantinopla com o de Roma.

O Papado como conhecemos, desenvolveu-se gradativamente, sustentado a princípio pelo Império Romano; não teve data de nascimento, não foi instituído por Cristo nem pelas igrejas, é intruso no Cristianismo e não se enquadra na Bíblia – conseguiu com sutileza manter-se na posição que ocupa.

É identificado na Bíblia como “Ponta Pequena” (Daniel 7:8).
2 – Origem do papado e do Estado do Vaticano

O Catolicismo começou a tomar forma quando no ano 325 o Imperador Romano Constantino, convertido ao Cristianismo, convocou o 1º Concílio das igrejas que foi dirigido por Hósia Córdova com 318 bispos presentes. Constantino construiu a igreja do Salvador e os Papas passaram a ocupar um palácio oferecido por Fausta. – No século XV demoliram a igreja do Salvador para dar lugar à Basílica de São Pedro.

As igrejas que eram livres começaram a perder autonomia com o Papa Inocêncio I, ano 401 que dizendo-se “Governante das igrejas de Deus exigia que todas as controvérsias fossem levadas a ele.”

O Papa Leão I, ano 440, impôs mais respeito prescrevendo “Resistir a sua autoridade seria ir para o inferno” — Este papa aumentou sua influência bajulando o imperador Valentiniano III no ano 445, que cedeu a pretensão dele de exercer autoridade sobre as igrejas até então nas mãos do Estado.

Os historiadores viram nele “O papado emergindo das ruínas do império romano que desintegrava herdando dele o autoritarismo e o latim como língua.”

A palavra “Papa” significa pai; até o século V todos os bispos ocidentais foram chamados assim. Aos poucos restringiram esse tratamento aos bispos de Roma, útero que gerou o Papado.

Naquele tempo ninguém supunha que “São Pedro fora Papa” – Ele era casado e não teve ambições temporais.

O Papa Nicolau I anos 858-867 foi o primeiro a usar coroa; serviu-se com muito efeito de documentos espúrios surgidos no ano 857 conhecidos como “Pseudas Decretas De Isidoro” – Essas falsas “decretais eram pretendidas serem de bispos do II e III séculos que “exaltavam o poder dos papas”.

Foram invenções corruptas e premeditadas cuja a falsidade foi descoberta depois da morte desse Papa – Nicolau havia mentido que esses documentos haviam estado por “séculos na igreja”.

As “Pseudas Decretais de Isidoro” selaram a pretensão do Clero Medieval com o sinete da antigüidade e o Papado que era recente tornou-se coisa antiga.

Foi o maior embuste da história, os historiadores registraram que esses falsos documentos fortaleceram o Papado. ANTECIPOU EM 5 SÉCULOS o poder temporal deles e serviu de base para as leis canônicas da Igreja Católica Romana! (citado por Halley, Pochet Bible Handbook pág. 685).

O ESTADO DO VATICANO desenvolveu-se com o papa Estevão II nos anos 741-752, que instigou Pepino o Breve e seu exército a conquistar territórios na Itália e doá-los à Igreja – Carlos Magno, seu pai, confirmou essa doação no ano 774, elevando o Catolicismo à posição de poder mundial surgindo o SANTO IMPÉRIO ROMANO sob a autoridade do Papa-Rei que durou 1.100 anos.

Carlos Magno próximo da morte arrependeu-se por doar territórios aos Papas, agonizando sofreu horríveis pesadelos lastimando-se assim: “Como me justificarei diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os Papas são ambiciosos, eis porque se me apresentam imagens horríveis e monstruosas que me apavoram, devem merecer de Deus um severo castigo!” (Pillati, Ed. Thomp. Tomo III, pag.. 64, 1876, Londres).

O papado que esteve 70 anos em Avinhão na França, voltou a ocupar o Vaticano no ano 1377, trazidos por Gregorio XI; derramaram muito sangue em guerras políticas e religiosas até 1806 quando Napoleão aprisionou o Papa Pio VII , 1740-1823. Mais tarde tentaram reagir, mas, Vítor Emanuelli no ano 1870 derrotou “as tropas do papa” tornando-se o primeiro Rei da Itália, pondo fim no Santo Império Romano, que de santo não nada tinha! (Isso se sucedeu no dia 20 de Setembro de 1870).

Os papas ficaram confinados no Vaticano até 1929 quando Mussolini e Pio XI no tratado de Latrão legalizaram esse estado religioso que é “controlado pela Cúria Romana e governada por 18 velhos Cardiais que controlam a carreira de bispo e monsenhores; o papa fica fora dessa pirâmide” (Estado 20-03-1982).

– No Brasil os católicos são orientados por 240 bispos mais conhecidos pela posição política do que pela religiosidade, estão divididos entre Conservadores, Progressistas e Não Alinhados… (Revista Veja 30-01-1980).
3- Rendas do Vaticano e das Igrejas

Sem um sustento legítimo por estarem desacreditados os papas e a igreja sancionaram o blefe, canalizando para seus cofres quantias fabulosas, negociando Cargos fabulosos e Cardinalatos, posições que valiam fortunas!

Além de vender relíquias e “pedaços da cruz”, negociavam o perdão de pecados mediante indulgências e amedrontam seus fiéis com o fogo do purgatório que criaram, prometendo no entanto, aliviar essa situação com missas pagas!

Desconhecendo a Bíblia Sagrada e o Amor de Deus milhões acabam aceitando esses expedientes matreiros do Catolicismo Romano.

O papa João XXIII, ano 1410, cobrava impostos dos prostíbulos contabilizando-os no orçamento do Vaticano. (não confundir com o João XXIII mais recente).

O dominicano João Tétzel tornou-se famoso vendendo um documento oficial que “dava o direito antecipado de pecar!” Negociava outra indulgência incrível que garantia: “Ainda que tenhas violado Maria mãe de Deus, descerás para casa perdoado e certo do paraíso!”

O papa Leão X ano 1518 continuou o blefe, necessitando restaurar a igreja de São Pedro que rachava usou cofres com dizeres absurdos tais como: “Ao som de cada moeda que cai neste cofre uma alma desprega do purgatório e voa para o paraíso!” (Tayne, Hist. da Literatura Ing. Coroado pela Acad. Francesa e Vol. II, pág. 35, de O Papa e o Concílio).

O Purgatório é o nervo exposto da igreja, não querem que toque! Mas esse dogma no dizer do historiador Cesare Cantú é a “Galinha dos ovos de ouro da Igreja” e o ex-padre Dr. Humberto Rodhen confirma, que com esse expediente a Igreja Católica recolhe por dia em todo o mundo 500 milhões de dólares!

Nos primeiros séculos da era Cristã ninguém ia para o purgatório porque não existia; foi criado por um decreto papal! – Nos países protestantes e nas outras igrejas cristãs não há esse perigo, criaram-no só para almas católicas!

Com esse dogma a Igreja peca duas vezes e cria um problema de consciência para os padres: Primeiro por oficializar uma inverdade, segundo por receber dinheiro em nome dessa inverdade!

O purgatório tornou-se “comércio espiritual” a partir de 1476 com o Papa Sixto IV, a Igreja é a única instituição no mundo que “negocia com as almas dos homens” (Apocalipse 18:13).

Nunca informam quando elas deixam o tormento, celebram missas por uma mesma pessoa falecida, sempre que haja um simplório para pagar! – Não há textos bíblicos de apoio a esse dogma, a não ser uma referência no livro apócrifo de Macabeus, sem valor.

OS CONFESSIONÁRIOS que “devassam os lares” servem para vários fins. Na Espanha e Portugal usavam-nos com eficiência para descobrirem e informar as autoridades o pensamento político dos generais “confessando” suas esposas!

Conseguem legados e doações de beatos e viúvas chorosas que buscando “absolvição” podem ser aliciados entregando terras, fazendas e propriedades, “A Igreja no Brasil tem um vultoso patrimônio Imobiliário” (Est. S. Paulo 25-02-1980).

São Bernardo, doutor da Igreja exprimia-se com amargura: “O Clero se diz pastores mas o que são é roubadores, não satisfeito com a lã das ovelhas bebem seu sangue!” (Roma, a Igreja e o Anticristo, Ernesto L. Oliveira, pág.178).

O Vaticano é a corte mais suntuosos da Europa, já não se preocupa com migalhas; aplicam os proventos desse comércio espiritual de tal forma que possuem Bancos próprios, edifícios e fazendas. – Presentemente católicos americanos reunidos em Chicago estão exigindo do Vaticano relatórios e balanços financeiros! (Est. S. Paulo 28-06-1985).

Bem situados fizeram “OPÇÃO PELOS POBRES”, lutando para distribuir as riquezas dos outros sem tocar nas suas.
4 – Influência do Vaticano e “Maioria Católica”

A influência religiosa do Vaticano e dos papas vem diminuindo sensivelmente, surgiu como poder mundial no século VI atingindo o ápice no século XIII, passando a declinar até nossos dias.

Com um passado pouco honroso, com seus dogmas questionados pela Cristandade, instituidores de celibato e com fortes pretenções políticas, a Igreja vem perdendo influência como instituição cristã. – Suas bulas e encíclicas já não são levadas a sério e quando mencionadas, não surtem efeito.

Essa perda de influência sucede por fora e por dentro. O Geral dos Minoristas João del Parma, canonizado, registrou que “A Cúria Romana está entregue a charlatania, ao embuste e ao engano sem dar atenção às almas que se perdem!” (Slimbene, Vita del Parma, pág. 169).

Vazios espiritualmente, recorreram ao artificialismo para conservar o povo ao seu redor. – Se o papa celebrasse as cerimonias, como fazem os pastores de outras igrejas cristãs, reduziria em 70% os curiosos, por essa razão sua indumentária é de espantar! Conforme o cerimonial o papa se apresenta com o Báculo, a Mitra, a Casula, a Meseta, a Estola, a Batina, o Manto, o Pálio, a Sobrepeliz, a Roquêta, a Faixa, o Solidéo, o Escapulário, a Coroa, a Tiara, as luvas de seda e os sapatos vermelhos de pelica, tudo muito colorido e atraente!

Papa João Paulo II acrescentou mais uma peça na sua indumentária: Colete à prova de bala! – Comprou dois deles na firma Armoured Body nos Estados Unidos (Jornal de Milão, IL GIORNIO) “A maioria Católica”, mencionada para humilhar outras Igrejas Cristãs , encontra-se nos países mal alfabetizados e menos desenvolvidos! – Por séculos a Igreja Católica não alfabetizou para explorar as massas com crendices; impediram os povos de examinar a Bíblia, fonte de progresso e liberdade!

Quando o clero menciona “religiões minoritárias” esquece milhões de cristãos, não católicos, exterminados pelo papado, retardando sua multiplicação.

Há duas civilizações bem definidas. – Esse assunto dispensa defesa por estar bem claro. – Temos a civilização chamada protestante de Bíblia aberta, governos estáveis, alfabetizada e desenvolvida, representada pela Alemanha, Escandinávia, Inglaterra, Escócia, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Suíça, e outras, todas de maioria ou grande densidade protestante.

A outra civilização, a católica romana, semi-analfabeta, com governos instáveis, orientadas pelo Vaticano, formada pela Espanha, Portugal, México, América Latina, com todos os problemas que conhecemos e a Itália onde floresce o maior partido Comunista fora da Rússia! – Nenhuma nação protestante até hoje foi tragada pelo comunismo enquanto as nações católicas são vulneráveis aos Totalitarismos. (F. NITTI, o Estado, 02-03-1930).

Grandes homens, entre eles Roosevelt, Rui Barbosa, Guerra Junqueiro, Getúlio Vargas, verberam o Catolicismo! – Destacamos, grande tributo que pronunciou-se contra a “romanização do Cristianismo” e citou D. Pedro II, que acusou o Vaticano (Pio IX) de provocar discórdias entre nosso povo; esta acusação resultou na prisão do bispo D. Vital em 21-02-1874.

Getúlio Vargas lamentava: “As massas enganadas pelas imagens milagreiras enquanto a alta sociedade adota um catolicismo céptico e elegante” (H. Faria, Hist. de D. Pedro II, Vol. III, pag. 344, e O pais, de 29-08-1925, Rio).

O jornal texano “Fort worth star-telegram” numa reportagem intitulada “Católico no Brasil é também espirita” afirmou que o Brasil não é o maior país católico do mundo, mas sim o maior país espírita do mundo! Diz que a Umbanda trazida da África para o Brasil e o Catolicismo trazido pelos colonos portugueses formaram um sincretismo religioso, negociando estatuetas católicas e ídolos dos “terreiros”, junto com “ervas milagrosas, poções de amor; dentes de jacarés, asas de morcegos e pós de baratas!” (Edição do acima de 15-02-1983).

5 – Divergências e Contradições

Se a igreja Católica não se gloriasse de “ser a única” e os papas não ambicionassem a infabilidade, não haveria razão para citar suas divergências e contradições: – O papa Gregório I, por exemplo, pronunciava-se contra um “Sacerdócio universal nas mãos de um só homem”, mas foi o que fizeram!

No ano 896 o Papa Estevão VI desenterrou o cadáver do Papa Formoso, tirou-lhe as vestes, cortou sua cabeça e o jogou no Rio Tibre, em Roma! Entre os anos 1305-1377 a igreja foi governada por dois papas ao mesmo tempo, ambos infalíveis. Um em Avinhão na França e outro em Roma, proferindo anátemas e maldições um contra o outro; não temos espaço para citar a famosa “Epístola de Lúcifer” contra o papa de Avinhão no ano 1351! A INFABILIDADE PAPAL – Essa pretensão começou com as “Pseudas Decretais de Isidoro” (ver pág. 2 deste folheto), mas os Concílios de Posa, o de Constança em 1414, o de Basiléa em 1431 e outros resistiram prescrevendo que “Os Papas estão sujeitos aos Concílios”.

Mais tarde, Pio IX ambicioso de poder e glória, impôs o dogma no Concílio Vaticano em 1869-1870 tornando-se por decreto “Infalível!” Eis a ficha desse papa: Verberou as liberdades de consciência, de palavra, de culto e de imprensa; fomentou as superstições das relíquias e por conta própria, sem consultar nenhum Concílio, decretou o dogma da Imaculada Conceição em 1854!

A Igreja Ortodoxa chamou a “Infabilidade” de blasfêmia que coroou o papado!

Quando ainda não eram “infalíveis” por volta do ano 1640 erraram no julgamento de Galileu! – Doente e com 70 anos o sábio foi trazido de maca diante do papa Urbano VII para retratar-se de seus conhecimentos de astronomia. Galileu, temendo a inquisição, retratou-se assinando que a terra “não gira em torno do sol”. Ao sair de diante do papa perguntaram-lhe se havia assinado a retratação, Galileu disse: “Assinei, mas que gira, gira!” (Diálogos T.X. pág. 281).

Nunca se ajeitaram com liberdade e democracia, reclamam esses direitos somente onde não dominam; Pio IX dizia que “A liberdade de consciência foi o mais pestilento de todos os erros!” – A revista NEWSWEEK escreveu que “A Igreja Católica reclama Direitos Humanos no exterior, mas nega concedê-los aos seus próprios povos.” (Encíclica de 15-08-1954. Estado, 02-08-1983).

Presentemente estão bloqueando o pedido insistente de 6 mil padres que desejam deixar a batina, mesmo assim 1274 deles “escaparam” em 1982. O Vaticano informou que durante a década 1973-83 em todo mundo 81.713 padres deserdaram! (Estado 13-02-1980, 11-09-1984 e 07-09-1985). O sincretismo religioso atesta as contradições da Igreja: as doutrinas básicas da Bíblia não são importantes e as estatuetas religiosas do Catolicismo e as dos “Terreiros” se misturam nas procissões e nos lares. Divorciado dos Evangelhos, o Catolicismo não consegue gerar seus próprios sacerdotes. “A metade dos padres no Brasil são estrangeiros!” (Ver. Revista Veja de 30-01-1980).

Muitos bispos e maiores na hierarquia, divergem de vários dogmas que fossem abolidos aplaudiriam! – Está surgindo entre os Redentoristas e os Paulinos, padres que questionam o culto à Maria e às suas “enganosas aparições” – É um sopro Divino! A mariolatria tende a decrescer e quem sabe, os Católicos se voltarão para Cristo “Nossa única esperança!” (Ver reportagem no Estado, 07-09-1985).

Vaticano manifesta-se contra o divórcio ficando “angustiado” quando é votado nos países católicos, mas mantém o Tribunal de Rota que anula casamentos de casais ilustres por grandes somas! – Querem o monopólio.

Induzem consciências sensíveis, especialmente do sexo feminino, escravizando-as: Há milhares de mulheres e moças sem identidade, enclausuradas em lúgrebes conventos devido a fé falsa que abraçaram! – Ninguém sabe que tipo de tratamento recebem; o Vaticano deveria ordenar a recuperação de suas mentes distorcidas, abrir os portões, devolvendo-as à sociedades! “O Convento, no dizer do escritor Jules Michelet, é o inferno onde a lei não entra!” (O Padre, a Mulher e a Família, pág 144).

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Sobre Ministério Heresia Tô Fora!

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O ministério Heresia Tô Fora, no inicio era uma coluna no jornal O Resgate, mas as dúvidas enviadas pelo e-mail foram tantas que senti a necessidade de criar um site e um centro de estudos que funciona desde 1994, nosso ministério é paraeclesiástico e interdenominacional que promove a fé cristã mediante a produção de pesquisas e informações religiosas. Nossos objetivos são informar, ensinar e equipar os cristãos sobre as verdades do cristianismo bíblico. Visa atender à igreja em suas necessidades, oferecendo uma parceria qualificada na área da Apologética Cristã.
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