Edir Macedo afirma, “A igreja Universal é odiada por ensinar o povo a pensar!”

Gospel Notícias
Edir Macedo afirma, "A igreja Universal é odiada por ensinar o povo a pensar!"
“A IURD também tem sido odiada por muitos porque se esmera em ensinar o povo a pensar”

A “igreja” Universal do Reino de Deus completou 35 anos no começo do mês de julho, sendo uma das principais “igrejas” da vertente neopentecostal, mas mesmo assim a denominação fundada por Edir Macedo já enfrentou e ainda enfrenta diversas críticas e acusações.

Mesmo sendo uma das maiores “igrejas” no Brasil, a IURD também coleciona “inimigos” tendo um número grande de opositores. Nesse grupo encontram-se formadores de opinião, teologos, estudiosos, promotores públicos e principalmente a sociedade civil. Mas afinal, porque o “bispo” Edir Macedo é tão odiado?

Mais uma vez o líder religioso usa seu blog para tentar se explicar, dizendo que seu “ministério” é odiado por “ensinar o povo a pensar”. Citando o período da escravidão, Macedo fala que o inferno, assim como os senhores feudais, não deixa as pessoas pensarem, mas que a “igreja” Universal ensina a fé racional e não a emotiva.

“A IURD também tem sido odiada por muitos porque se esmera em ensinar o povo a pensar”, escreveu na postagem datada no dia 25 de julho.

Macedo sabe que entre os críticos estão até mesmo pastores e teólogos que apontam falhas nos ensinamentos dessa denominação, como a mistura de elementos de outras religiões, como o espiritismo, em suas reuniões.

Parecendo não se importar com essas pessoas, o fundador da “igreja” Universal revida o descrédito recebido voltando a alfinetar as igrejas pentecostais que, em sua visão, usam da emoção para enganar os fiéis.

“É incrível como as pessoas são mais inclinadas a sentir do que a pensar. Satanás sabe disso muito bem. Daí a razão porque o mundo é cheio de emoções”.

Para explicar seus motivos contra a pregação “da emoção”, o bispo que está lançando sua autobiografia, comenta que no curso acadêmico o futuro profissional aprende a desenvolver o raciocínio e não suas emoções. “Quem vive de emoções é como criança. Não sabe como defender-se porque não sabe usar a razão”, diz.