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A Grande Comissão como paradigma para a multiplicação de igrejas por transplante
A Grande Comissão como paradigma para a multiplicação de igrejas por transplante

A Grande Comissão como paradigma para a multiplicação de igrejas por transplante

A Grande Comissão é o paradigma missionário máximo da igreja. Apresentada em todos os quatro evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos, a ordem de Jesus de expandir a mensagem do evangelho indica não apenas o que a igreja deve fazer, mas também o que ela deve ser. O texto de Mateus 28.19-20 se reveste de importância crucial por ser o relato mais completo da Grande Comissão. Ao mesmo tempo, temos vivido uma época em que a plantação de igrejas tem sido uma boa ênfase de muitas igrejas e denominações evangélicas e um modelo que merece destaque é o de plantação de igrejas por transplante. Tendo isso em vista, uma análise dos dois versículos finais de Mateus e a identificação das relações existentes entre eles e a prática da plantação de igrejas por transplante se torna digna de estudo. Neste artigo procurar-se-á demonstrar, preliminarmente, que o método de plantação de igrejas através do transplante de membros de uma igreja já estabelecida constitui uma aplicação correta do “ide” da Grande Comissão conforme registrada por Mateus.

Para levar a termo esta introdução ao tema, o artigo buscará mostrar que uma leitura acurada de Mateus 28.19-20 aponta para a direção de que o “Ide” é elemento necessário para o correto cumprimento do imperativo de fazer discípulos e tal mandamento é dirigido a todos os crentes. Além disso, cabe argumentar a favor da plantação de igrejas como sendo a maneira mais eficaz de cumprir a Grande Comissão. E, por fim, o texto advogará em favor do modelo de plantação de igrejas por transplante como implicação da Grande Comissão segundo Mateus.

1. Considerações acerca do uso do verbo πορεύομαι em Mateus 28.19-20

Não pequena discussão gira em torno da Grande Comissão de Mateus, sobretudo no que se refere ao entendimento correto do particípio πορευθέντες (poreuthentes, lit. “Indo”) e sua relação como o imperativo principal do período, μαθητεύσατε (mathēteusate, lit. “Fazei discípulos”). A fim de demonstrar que é importante “ir” para que a ordem de Cristo seja verdadeiramente cumprida e que esta ordem se destina a todos os crentes, esta seção do artigo trata basicamente de apontar dois aspectos importantes do texto: em primeiro lugar, o deslocamento geográfico como fator necessário para que a Grande Comissão seja plenamente cumprida segundo o texto de Mateus e, em segundo lugar, a Grande Comissão segundo Mateus exige que todos os crentes se desloquem.

1.1.   A relação entre “ir” e “fazer discípulos” em Mateus 28.19

O texto de Mateus, conforme The Greek New Testament[1], acompanhado de uma tradução literal[2] é o seguinte:

πορευθέντες

οὖν

μαθητεύσατε

πάντα

τὰ

ἔθνη,

βαπτίζοντες

αὐτοὺς

 

indo

então

fazei discípulos

todas

os

povos,

batizando

os

εἰς

τὸ

ὄνομα

τοῦ

πατρὸς

καὶ

τοῦ

υἱοῦ

καὶ

τοῦ

γίου

πνεύματος,

Em

o

nome

do

Pai

E

do

Filho

e

do

Santo

Espírito

De maneira geral, observa-se que a tradução do particípio em uso adverbial pode ser feita com o gerúndio. Neste caso, a tradução “Indo” seria a indicada. Porém, observa-se que esta não é a opção das principais traduções existentes em Português[3]. Isto se dá devido à flexibilidade do uso do particípio grego. Nem sempre a opção pelo gerúndio é a melhor. É preciso atentar para os relacionamentos sintáticos do termos em questão.

Com relação ao relacionamento entro o particípio πορευθέντες e o imperativo μαθητεύσατε, Carl Bosma aponta para quatro visões distintas da relação sintática entre estes dois termos conforme se apresentam em Mateus 28.19: A primeira posição defende a tradução de πορευθέντες como imperativo, a segunda diminui o peso imperativo do verbo auxiliar e enfatiza a ordem de “fazer discípulos”, a terceira visão anula o valor do particípio a ponto de alguns o retirarem da tradução do texto, e a quarta interpretação defende que a ênfase recai sobre o mandamento de “fazer discípulos”, mas a ideia contida no particípio πορευθέντες constitui parte importante da Comissão[4]. Qual destas visões se adapta melhor ao texto?

Observando o texto e sua tradução literal, pode-se suscitar quatro opções sintáticas quanto ao uso do particípio adverbial:

  • Particípio Temporal: Neste caso, o particípio tem o sentido de uma oração adverbial temporal[5] e a tradução exige um advérbio de tempo como: quando, enquanto, antes, depois[6].
  • Particípio Modal: O particípio modal expressa o modo pelo qual é realizada a ação do verbo principal[7]. A tradução é feita com o uso do gerúndio ou de um adjetivo[8].
  • Particípio Circunstancial: “Indica um fato que ocorre simultaneamente ao descrito pela oração principal sem ter uma ligação sintática com ele. Deve ser traduzido por um verbo no mesmo tempo e modo do verbo principal”[9]. Dana e Mantey afirmam que “é duvidoso se uma oração independente seja uma tradução exata”[10], mas parece ser essa a abordagem dos tradutores para o português.
  • Particípio como Imperativo: Dana e Mantey apontam para um uso peculiar do particípio encontrado no Novo Testamento e nos papiros, o particípio sendo usado como um imperativo[11]. Neste caso a tradução deve ser a de um imperativo pleno.

A fim de optarmos por uma das alternativas acima, é preciso observar o contexto e outros elementos do próprio texto em questão. No mesmo capítulo, Mateus usa uma construção semelhante (Mt 28.7) com o mesmo verbo πορεύομαι conjugado também no aoristo, agindo como auxiliar de um verbo no imperativo aoristo (εἴπατε 2º aoristo imperativo de λέγω na 2ª pessoa do plural). Tanto neste versículo quanto no texto em questão, é difícil aceitar os usos modal e imperativo do particípio de πορεύομαι. No caso de Mateus 28.7, o uso modal diria que a forma de anunciar a ressurreição de Jesus seria indo ou deslocando-se, e, por sua vez, o uso imperativo retiraria toda ênfase da notícia e a dividiria com o simples deslocamento necessário à tarefa de informar os discípulos acerca da ressurreição. Estes mesmos argumentos se aplicam a Mateus 28.19.

Observando o próprio texto que estamos estudando, percebe-se que há uma ligação lógica que nos ajuda a definir se o uso do particípio πορευθέντες é temporal ou circunstancial. O objeto do verbo principal μαθητεύσατε (“fazei discípulos”) é πάντα τὰ ἔθνη (“todos os povos”), sabemos que o ministério de Jesus foi restrito à Palestina e os onze apóstolos eram todos judeus. Como cumprir a ordem de fazer discípulos sem que a ação de ir até eles seja um ato necessário? A tarefa de fazer discípulos de todas as nações seria difícil para apóstolos palestinos sem que eles se dispusessem a sair da Palestina e ir de encontro aos perdidos do estrangeiro. “Ir” até todas as nações é imperativo, não porque seja tão ou mais importante do que “fazer discípulos”, mas por ser condição sine qua non para que o discipulado aconteça.

1.2.   Um imperativo para todos os discípulos

Uma vez afirmada a importância do “ir” como aspecto necessário ao cumprimento integral da Grande Comissão, é preciso saber se tal ordem ou comissão deve ser cumprida integralmente por todos os cristãos.

É importante perceber que Jesus entrega a Grande Comissão a discípulos (μαθητής). Estes discípulos, que receberam o ensino de Jesus e se tornaram participantes de seu Reino através da fé, são responsáveis por μαθητεύειν (“fazer discípulos”). Estes novos discípulos já nascem com a responsabilidade de proclamar. Com a Grande Comissão, Jesus estabelece o propósito fundamental do discipulado: a multiplicação. Ao se tornar um discípulo de Jesus, cada cristão tem a responsabilidade de continuar este processo de expansão do Corpo de Cristo. Em Mateus 16.18, Jesus promete edificar a sua igreja e em Mateus 28.19-20 ele nos mostra que o instrumento que ele utiliza para realizar isso é a dinâmica de discípulos gerando outros discípulos, cumprindo assim a Grande Comissão.

2. A plantação de igrejas como cumprimento da Grande Comissão

É sabido que a Grande Comissão é destinada a todos os cristãos, a toda a Igreja. Como, porém, ser eficaz no cumprimento da Grande Comissão? Tim Keller afirma o seguinte:

Praticamente todos os grandes desafios da evangelização do Novo Testamento são, basicamente, chamados para plantar igrejas e não apenas para compartilhar a fé. A “Grande Comissão” (Mt 28.18-20) não é apenas uma chamada para “fazer discípulos”, mas para “batizar”. Em Atos e em outros lugares, é claro que o batismo significa a incorporação em uma comunidade de adoradores, com responsabilidades e limites (cf. At 2.41-47). A única maneira de se ter absoluta certeza do aumento do número de cristãos em uma cidade é o aumento do número de igrejas. Por quê? Grande parte do “evangelismo tradicional” visa obter uma “decisão” por Cristo. Porém, a experiência nos mostra que muitos dessas “decisões”’ desaparecem e nunca resultam em vidas transformadas. Por quê? Muitas, muitas decisões não são realmente conversões, mas frequentemente só o começo de uma jornada de busca por Deus… Só uma pessoa que está sendo “evangelizada” no contexto de contínua adoração e pastoreio comunitário pode ter certeza de finalmente voltar para casa com a fé que salva e dá vida.[12]

O argumento de Tim Keller parece estar correto. Se a igreja deve ir ao encontro de todos os povos e apresentar-lhes o evangelho que transforma um inimigo de Deus em discípulo de Cristo, é natural que esses novos seguidores sejam reunidos em uma comunidade que os identifica com o Salvador e uns com os outros e que os instrui a se tornarem capazes de obedecer toda a Palavra de Deus. Ao se plantar uma nova igreja o ciclo da Grande Comissão – ir, fazer discípulos, batizá-los e ensiná-los – é completado. Aquilo que Tim Keller chama de “evangelismo tradicional” não completa o ciclo, pois envolve apenas as duas primeiras ações contidas em Mateus 28.19-20 – ir e apresentar as boas novas. A missão da igreja não está cumprida ao ouvir-se um “sim” à mensagem anunciada, mas uma vez demonstrado o interesse pela mensagem evangélica, é preciso inserir a pessoa na comunidade e ensiná-la o caminho de Cristo. É nesta etapa “pós-decisão” que a conversão genuína poderá ser atestada e esta etapa exige a reunião destes novos discípulos em uma nova igreja local.

Essa foi a atitude dos primeiros cristãos, segundo a narrativa de Lucas no livro de Atos. Percebe-se o processo de plantação de uma nova igreja como cumprimento da Grande Comissão, no caso da igreja de Antioquia.

Então, os que foram dispersos por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão se espalharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra, senão somente aos judeus. Alguns deles, porém, que eram de Chipre e de Cirene e que foram até Antioquia, falavam também aos gregos, anunciando-lhes o evangelho do Senhor Jesus. A mão do Senhor estava com eles, e muitos, crendo, se converteram ao Senhor.

A notícia a respeito deles chegou aos ouvidos da igreja que estava em Jerusalém; e enviaram Barnabé até Antioquia. Tendo ele chegado e, vendo a graça de Deus, alegrou-se e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor. Porque era homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor. E partiu Barnabé para Tarso à procura de Saulo; tendo-o encontrado, levou-o para Antioquia. E, por todo um ano, se reuniram naquela igreja e ensinaram numerosa multidão. Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos. (At 11.19-26)

É preciso notar que o modelo de plantação da igreja de Antioquia se assemelha ao que Tim Keller chama de “adoção”[13]. A igreja de Jerusalém adotou o grupo base composto por cristãos que migraram devido à perseguição (v. 19) e por aqueles que creram em sua pregação (v. 20 e 21). No texto acima, podem ser identificados dois passos básicos para a consolidação da igreja de Antioquia: A proclamação inicial e a consolidação.

Nos versículos 19, 20 e 21, percebe-se o início da pregação do evangelho em Antioquia. O Rev. Arival Dias Casimiro indica as circunstâncias nas quais o evangelho começou a ser pregado nessa cidade:

A igreja de Antioquia foi fundada por missionários anônimos que fugiam da perseguição em Jerusalém. Eram crentes cipriotas e cireneus que pregaram para os gentios, rompendo o preconceito dos judeus cristãos que anunciavam o evangelho somente aos judeus. Eles se abriram para as novidades de Deus e foram instrumentos para pregar o evangelho, pela primeira vez, aos gentios. Eles foram instrumentos das inovações divinas.[14]

É perceptível em Antioquia que, nesta primeira etapa, os cristãos fugidos de Jerusalém buscaram tão logo quanto puderam cumprir a ordem de fazer discípulos, sendo tal ordem possibilitada pelo deslocamento forçado pela perseguição que se intensificara em Jerusalém. Os crentes foram e pregaram, mas para que o processo de fazer discípulos fosse completo era necessário que uma nova igreja fosse consolidada ali, reunindo e ensinando os crentes.

Deste momento em diante, inicia-se a etapa da consolidação. Nesta fase do processo, a atuação da igreja mãe foi fundamental: “A notícia a respeito deles chegou aos ouvidos da igreja que estava em Jerusalém; e enviaram Barnabé até Antioquia” (At 11.22). Notável perceber que a partir da adoção da igreja de Jerusalém e da atuação pastoral de Barnabé a igreja de Antioquia toma forma. É notável que a palavra igreja é usada duas vezes nesses versículos. Na primeira vez, ela é usada para a igreja de Jerusalém (v. 22) e na segunda para a nova igreja de Antioquia (v. 26). Agora, o ciclo da Grande Comissão pode ser completado, novos crentes são integrados à igreja pelo batismo e ensinados na igreja a seguir a Jesus.

No entanto, para que a Grande Comissão continue a ser cumprida, é necessária a disposição desta igreja recém-plantada de reproduzir o ciclo de fazer discípulos. É exatamente isso que a igreja de Antioquia faz:

Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram. Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre. (Atos 13.1-4)

Observa-se neste texto uma igreja estruturada e, ao mesmo tempo, vibrante que, buscando ao Senhor, recebe o claro direcionamento de que deve prosseguir cumprindo o mandamento de Cristo através do envio de dois dos seus líderes, Saulo e Barnabé. Estes dois importantes personagens da igreja primitiva foram enviados para propagar a mensagem do evangelho através da plantação de novas igrejas (At 14.19-28). O ciclo da Grande Comissão, quando completado a ponto de produzir uma nova e sadia igreja local, gera um ânimo missionário redobrado que impulsiona a nova igreja a plantar outras.

3.      A plantação de igrejas por transplante como implicação da Grande Comissão

Plantar igrejas é cumprir a Grande Comissão, mas qual é a melhor maneira de plantar uma igreja? Não há uma fórmula mágica de se realizar isso, mas existem diversos modelos de plantação que tem sido utilizados nos mais variados contextos. Tim Keller e J. Allen Thompson apontam seis modelos distintos de plantação de igrejas: pioneiro, ramificação, adoção, parceria, propagação e catalisador[15]. Neste artigo, tem-se advogado o modelo de transplante ou ramificação como uma aplicação plausível para o “Ide” de Mateus 28.19, a ação circunstancial necessária ao cumprimento da Grande Comissão.

A plantação de igrejas por transplante consiste em transferir da igreja mãe um grupo de pessoas que se tornarão o grupo central da futura igreja filha[16]. Ele se difere dos outros modelos pelo fato de um grupo de cristãos deslocarem-se deliberadamente para uma igreja nascente, deixando para trás todo o conforto que envolve participar de uma igreja já consolidada e estruturada.

Como foi defendido acima, o “Ir” não se constitui elemento sem importância na ordem de Jesus conforme narrada por Mateus. Antes, não é possível fazer discípulos de todas as nações se a igreja não se movimentar em direção a elas. No entanto, ao tomar a iniciativa de iniciar novos trabalhos, normalmente as igrejas optam pelo modelo pioneiro, no qual o obreiro tem o dever de iniciar o trabalho do zero. Com isso apenas o pastor ou missionário responsável pelo trabalho se desloca, apenas ele cumpre o “Ide” da Comissão que envolve não apenas pregar, mas reunir os conversos em novas igrejas que deem continuidade no processo de multiplicação de igrejas saudáveis. No modelo de plantação por transplante, um grupo maior de cristãos se tornam cumpridores diretos do mandamento de Jesus.

Conclusão

Como visto, a Grande Comissão exige dos cristãos a disposição de “ir”. Ir de encontro a pessoas em todos os lugares para que elas se tornem parte da Igreja de Cristo através do surgimento de novas igrejas locais que se preocupem em manter vivo o desejo de dar continuidade ao processo de multiplicar comunidades cristãs em todo o mundo. Para isso, o modelo de transplante de membros maduros de uma igreja já estabelecida para uma que está sendo plantada constitui uma implicação não apenas plausível, mas eficaz do que tange ao cumprimento total da Comissão dada a todos os discípulos. Discípulos fazem novos discípulos que serão reunidos em igrejas que plantarão novas igrejas. E esta dinâmica deve envolver todos os crentes e não apenas pastores, evangelistas e missionários.

Isto posto, pode-se concluir por esta pesquisa preliminar que o método de plantação de igrejas através do transplante de membros de uma igreja já estabelecida constitui uma aplicação correta do “ide” da Grande Comissão conforme registrada por Mateus. Fica a cargo de pesquisas posteriores a elaboração de métodos claros para a prática da plantação através do transplante.


NOTAS:

[1] THE GREEK New Testament. 4. ed. Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 2001, p.116

[2] A tradução literal para o português foi feita com base nas definições de RUSCONI, Carlo. Dicionário do grego do Novo Testamento. São Paulo: Paulus, 2003.

[3] As Traduções que remetem a João Ferreira de Almeida e a Bíblia de Jerusalém traduzem o particípio grego πορευθέντες com o imperativo português “ide”. A Nova Versão Internacional e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje também traduzem com o imperativo, porém conjugam de modo diferente (“vão”).

[4] BOSMA, Carl J. Missões e sintaxe grega em Mateus 28.19. Fides Reformata 14/1 (2009), p. 11.

[5] DANA, H. E; MANTEY, Julius R. Manual de gramatica del Nuevo Testamento Grieco. El Paso, Tex: Casa Bautista de Publicaciones, 1975, p.219

[6] PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Fundamentos para exegese do Novo Testamento: manual de sintaxe grega. São Paulo: Vida Nova, 2002, p. 114.

[7] DANA, H. E; MANTEY, Julius R. Op. Cit., p.219.

[8] PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. Op. Cit., p.114.

[9] Ibid., p. 99.

[10] DANA, H. E; MANTEY, Julius R. Op. Cit., p. 220.

[11] DANA, H. E; MANTEY, Julius R. Op. Cit., p.221.

[12] KELLER. Tim. Why plant churches. New York: Redeemer Presbyterian Church, 2002. p. 1. Disponível em http://www.redeemer2.com/resources/papers/why%20plant%202%2011%20TLeaders.pdf. Acesso em 13/04/2011.

[13] KELLER, Timothy J., THOMPSON, J. Allen. Manual para plantação de igrejas. New York: Redeemer Presbyterian Church, 2002, p.149.

[14] CASIMIRO, Arival Dias. Plante igrejas: princípios bíblicos para plantação e revitalização de igrejas. Santa Bárbara dOeste, SP: SOCEP Editora, 2009, p. 78.

[15] KELLER, Timothy J., THOMPSON, J. Allen. Manual para plantação de igrejas. New York: Redeemer Presbyterian Church, 2002, p. 149.

[16] KELLER, Timothy J., THOMPSON, J. Allen. Manual para plantação de igrejas. New York: Redeemer Presbyterian Church, 2002, p. 149.

Autor: Lucas Rangel de C. Soares

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