sexta-feira, 20 outubro , 2017
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Refutando ao Daniel defensor da herética “bíblia” NVI

Refutando ao Daniel defensor da herética “bíblia” NVI

Refutações as respostas dadas por Daniel professor de Biologia editor do blog criacionista e DEFENSOR da herética “bíblia” NVI

Por: Willams Santos, respondendo a Daniel:

J.P.M.A , está prestando um desserviço à Igreja brasileira? Avisar sobre os perigos de uma tradução onde pessoas que pensam que SABE traduzir um texto sagrado corrompem e mutilam, as palavras de Deus,  em nome de uma linguagem fácil, onde não é só a linguagem fácil, mas o comercio fácil e lucrativo. Para traduzir:

  1. (não basta conhecer perfeitamente as línguas originais (Hoje, ninguém as sabe como os tradutores dos primeiros séculos, quando o grego koine era língua viva e eles as aprendiam desde o berço! Nem como os tradutores da época da Reforma!): é indispensável
  2.  saber português perfeitamente;
  3. ser salvo, fiel e consagrado a Deus;
  4. ser ortodoxo e profundo de doutrina;
  5. ter pleno controle do Espírito, para escolher, dentre as razoavelmente possíveis traduções formais-literais de cada palavra, aquela que não corra o menor risco de ser mal interpretada (arriscando-se a ser contra algo da Bíblia, algo da sã doutrina e ortodoxia). Nada disso foi aplicado na tradução NVI.

Você diz:

“há alguns argumentos que são falaciosos, como aquele papo da NVI ter tirado a palavra “sodomita” do AT. Embora a palavra não esteja lá”

“Embora a palavra não esteja lá”

Ai você mostra que não tem o mínimo cuidado com as sagradas escrituras, olhar para uma tradução (que não é só uma mera tradução, mas uma tradução de textos corrompidos no caso da citada NVI é fruto de dois  textos corruptos Códice Vaticano* e Códice Sinaítico*) e  ver que arrancaram  palavras que saíram da boca de Deus.  Porque a palavra não esta lá? Porque  durante os anos em que a NIV esteve sendo preparada (1968-1978), duas pessoas da comissão eram homossexuais. Uma delas era Virginia Mollenkott. Ela declarou sem a menor cerimônia:

“Meu lesbianismo sempre tem sido parte de mim…” “Até onde eu sei, ninguém incluindo o Dr. Palmer suspeitava que eu era lésbica enquanto eu estava trabalhando na NIV; era informação que eu mantinha privada naquela época” (Carta de Virginia Mollenkott a Michael J. Penfold datada em 18 Dez. 1996)

Isto não é argumento é fato.

Vamos refresca sua memoria com um breve histórico sobre os textos bíblicos:

Assim como o Texto Hebraico do Velho Testamento foi preservado entre os judeus de fala hebraica, também o Texto Grego do Novo Testamento foi preservado no império bizantino de fala grega. Então o Texto Bizantino, o Texto Tradicional, — ‘A Vulgata Grega’ e o Texto Recebido são termos sinônimos, cada um descrevendo o ‘Verdadeiro Texto’ que dominou os corações dos cristãos desde as épocas mais remotas. Este é de fato o “texto majoritário” — o texto preservado na maioria dos manuscritos. (esse é o texto basebíblicas ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).

Em 1516 AD, a primeira edição impressa do Novo Testamento grego foi publicada por um brilhante erudito chamado Erasmo. A evidência da soberana providência de Deus foi que embora ele tenha usado apenas uns poucos manuscritos gregos, o seu texto no geral concordou com [aqueles] 90 a 95% dos 5.000 manuscritos, ou até mais, [e que, maravilhosamente, são praticamente idênticos] disponíveis hoje! Os manuscritos que ele usou foram então representantes do texto comumente aceito.

É digno de nota que, embora Erasmo tenha se correspondido com três (3) papas – Júlio II, Leo X e Adriano VI – e tenha passado algum tempo em Roma, ele não tenha usado o Códice Vaticano (B) quando compilou o primeiro texto impresso [do Novo Testamento grego]. (O Códice B foi a base prioritária usada por Westcott e Hort, cujo texto é a base para a maioria das versões modernas.)

Em 1533 Sepúlveda forneceu a Erasmo 365 textos de leitura do Códice B para mostrar a conformidade deste com a Versão Latina, e o contraste deste com o Texto Grego Comum. Fica então evidente que Erasmo não aceitou as leituras do Códice B como dignas de confiança, e é provável que ele estivesse mais familiarizado com este do que Treguelles no século dezenove.

Entre 1516 e 1526 Erasmo produziu mais quatro (4) edições do texto grego, e em 1550 Estéfano publicou um texto semelhante incorporando as valiosíssimas divisões em versículos como aparecem na Versão Autorizada (A.V.) As dez edições de Beza (1565-1611) tinham pequenas variações, e o seu texto foi reeditado mais tarde por Elzevir com mínima modificação.

As duas edições de Elzevir foram publicadas em 1624 e 1633. Esta última foi o primeiro texto a ser chamado de Texto Recebido ou Textus Receptus. Este título é proveniente da declaração de Elzevir no prefácio da edição de 1633: “Agora tendes o texto recebido por todos.” Entretanto, o termo Textus Receptus pode igualmente ser aplicado aos textos de Erasmo, Estéfano, Beza e Elzevir.

Durante o século dezenove, críticos textuais como Lachmann, Tischendorf, Treguelles, Westcott e Hort, expuseram a teoria de que, sendo recente a vasta maioria dos manuscritos, isto é, datando de após o século nove (apenas 500 ou 1.000 anos de idade), estes manuscritos foram então sujeitos a maiores erros devido aos descuidos dos copistas. Admitindo-se então que cada escriba tenha repetido os erros dos escribas anteriores e, certamente, tenha acrescentado os seus próprios erros.

Alguns também têm presumido que os escribas alteraram a Escritura, quase que voluntariamente, se os seus pontos de vista teológicos diferiam das cópias que eles tinham diante de si. Isto simplesmente não é verdade. Tais declarações ignoram os fatos da Crítica Textual e a providência de Deus na preservação de Sua Palavra. Por exemplo, a mais antiga cópia do texto hebraico do Velho Testamento, datando de cerca de 900 AD. Ainda assim o mesmo texto hebraico foi encontrado entre os manuscritos do Mar Morto datando de cerca de 100 AC – um intervalo de 1.000 anos sem mudança! O mesmo cuidado providencial se aplica ao Novo Testamento da mesma forma que o foi no Velho Testamento.

Westcott e Hort não puderam compreender a razão pela qual os manuscritos alexandrinos não foram copiados em tão grande número como o foram os manuscritos bizantinos. Propuseram a teoria que alguém deve ter produzido [e obrigado a multiplicação e o uso] do Texto Bizantino [e obrigado a destruição de tudo anterior e/ou diferente] mais ou menos no quarto século. Westcott e Hort o chamaram de “Texto Sírio.” Esta teoria não tem absolutamente qualquer fundamento histórico. É produto da imaginação destes, para desculpá-los por rejeitarem a vasta a maioria de manuscritos. Certamente tão grande recensão do texto, se é que houve, teria sido documentada pela história da igreja. Foi assim especialmente quando importantes questões doutrinárias daquele período foram documentadas em consideráveis detalhes, por exemplo, no Concílio de Nicéia, em 325 AD, que tratou da heresia ariana. A História silencia sobre qualquer revisão do Texto na Síria, Antioquia ou Constantinopla!

Enquanto Westcott e Hort estavam introduzindo o seu tão citado “texto neutro”, para o Comitê da Versão Revisada, em 1881, o verdadeiro texto estava sendo fortemente defendido por estudiosos como o Deão Burgon e Dr. Scrivener.

Deão Burgon, que pessoalmente [localizou e] acrescentou aproximadamente 400 manuscritos à lista [do catálogo dos manuscritos gregos do Novo Testamento], era um homem de grande habilidade escolástica e intimamente familiarizado com os manuscritos disponíveis. O seu livro ‘The Revision Revised’ [A Revisão Revisada], é considerado uma obra prima na defesa do Texto Recebido.

Dr. Scrivener passou 40 anos pesquisando manuscritos e na sua época (final do século dezenove) examinou pessoalmente mais manuscritos do que qualquer outro estudioso. Quando a R.V. foi traduzida, Dr. Scrivener, que estava no seu Comitê, travou uma enorme batalha com Westcott e Hort durante 10 anos. Westcott e Hort, que também estavam no Comitê, empenharam-se para incorporar as versões tiradas de uns POUCOS manuscritos antigos, enquanto Scrivener avaliava o testemunho de TODOS os manuscritos. Infelizmente, Westcott e Hort tinham uma solidária maioria, e as decisões eram dadas por votação do Comitê.

Mas com que grau de cuidado foram escritos estes “extraordinários manuscritos”  que o Sr Daniel esta defendendo?  No caso a representante mais nova desses manuscritos a  NVI:

*Códice Sinaítico (Aleph) (quarto século) – “Devido ao número de erros, não podemos afirmar que foi escrito cuidadosamente. De uma maneira abrangente o manuscrito está desfigurado por correções. Algumas poucas feitas pelo escriba original; um número bem grande pela mão de alguém com um elegante estilo, do sexto século, cujas emendas são de grande importância; mais algumas, novamente, foram feitas por mais alguém um pouco depois; o maior número delas, por um estudioso do sétimo século, que sempre cancela as alterações feitas pelo retificador do sexto século; outras, feitas por uns oito escritores diferentes, mais tarde.” (Scrivener, pg. 93, Vol. I)

*Códice Vaticano (B) (quarto século) – “Um traço característico deste é o grande número de omissões, que induziram Dr. Dobbin a falar dele como um texto abreviado do Novo Testamento. Ele calculou que palavras inteiras, ou partes de frases, foram omitidas em número não menor do que 2.556 vezes.” (Scrivener, pg. 120, Vol. I)

Códice Beza Greco-Latino (D) (quinto ou sexto século) – “O manuscrito sofreu correções, primeiro pela mão do escritor original, e depois por 8 ou 9 revisores.” E novamente: “Nenhum manuscrito conhecido contém tantas interpolações de caráter atrevido e extenso (600 só no livro de Atos), onde estas absolutamente não têm apoio, especialmente das versões Antiga Latina e Siríaca Curetoniana.” (Scrivener, pgs. 128 e 130, Vol. I)

A Versão Curetoriana é reconhecida como uma adulteração da Versão Siríaca, enquanto que a Peshita do segundo século, conhecida como a “Rainha das Versões”, era a versão siríaca comumente aceita. A Peshita está em concordância com os manuscritos gregos mais recentes, e provê um elo vital entre o texto usado pelos Pais da Igreja primitiva e o Texto Recebido.

Isto explica o fato pelo qual as versões modernas omitiram tanto da escritura.

Você diz;

“E quem traduz textos, como eu, SABE que é impossível traduzir um texto literalmente sem prejudicar o significado.”

“A melhor tradução é aquela que preserva o significado, tendo em vista a cultura em que está inserida. Por isso não é possível permanecer com uma tradução antiga da Bíblia. Esse negócio de que a melhor tradução é aquela que tem todas as palavras exatamente iguais do texto original é infantil. Um exemplo? Tente traduzir João 1:1 literalmente: “No princípio era ou estava a palavra, e a palavra era ou estava com, a favor de ou indo para o Deus, e Deus era ou estava na palavra.” Imagina ler um texto assim? É bizarro, no mínimo. A tradução deve ser clara e acessível desde às pessoas mais simples até as mais eruditas.”

Argumento conhecido dos portadores da síndrome do texto moderno!

Está demostrando aqui das duas uma: ou seu intento de desinformar as pessoas, ou seu despreparo! Ao passar uma palavra de uma língua para outra, o tradutor fiel usa a equivalência verbal e formal. O tradutor infiel e irresponsável muda a palavra com a equivalência dinâmica. Traduzir (ou translate em inglês) vem do latim “translatus”. Isso significa transportar algo SEM MUDAR SUAS CARACTERÍSTICAS! É como carregar um objeto (palavra) de um lugar (uma língua) para outro (outra língua). Meu caro,  quer julgar a honestidade de uma Bíblia? Veja se ela usa ITÁLICOS. O uso de ITÁLICOS como é feito da Bíblia King James e na Almeida Corrigida e Fiel da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, é uma demonstração de respeito e alta consideração dos tradutores pelo leitor. Eles nos dizem com isso: “amigo essa palavra não está no original, mas foi colocada para a leitura fluente…” Agora a VERDADE: A NVI não usa itálicos. Eles manipulam e interpretam o texto a seu bel-prazer e escondem isso de você! Caro amigo a NVI não é nem fiel ao Texto Crítico corrupto na qual se baseia!

Você continua:

No meu ponto de vista, a NVI é uma das melhores traduções disponíveis em língua portuguesa: honesta, fácil de ler, bela e precisa. Quem disser o contrário ainda não a leu inteira, ou não leu outras versões para comparar. Ou não sabe o que está falando.

É verdade que a Bíblia NVI é escrita numa linguagem, fácil de ler, bela e precisa e poética. Contudo, por trás de toda a sua beleza, ela coloca em dúvida os seguintes itens de suma importância para a nossa caminhada na fé cristã: a divindade do Senhor Jesus Cristo  sua morte vicária na cruz

a expiação somente através do seu sangue, a Trindade a inspiração da Bíblia

a doutrina da Salvação a validade do jejum.

Dizer que isso é honesto é realmente não saber o que esta falando.

Dizer que preciso é realmente ser infantil

Vamos percorrer o NT, através da NVI, comparando-a com a Bíblia FIEL.

Mateus 1:25 – Substituição da expressão “Seu filho, o Primogênito” por “um filho”.

9:13 – Subtração de duas palavras “ao arrependimento”.

12:40 – Substituição da palavra “baleia” por “grande peixe”.

16:2-3 – A NVI coloca em dúvida a veracidade dos versículos com esta explicação, que será repetida dezenas de vezes: “Alguns manuscritos antigos não trazem estes versículos” (*). Acontece que esses “manuscritos antigos” são os textos católicos Sinaiticus (Aleph) e Vaticanus (B), o primeiro encontrado no lixo do Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai, por um incrédulo “catador de lixo” chamado Tischendorf.

17:21 – Substituição da expressão “casta de demônios” por uma simples palavra, “espécie”.

18:11 – Observação conforme o (*) acima.

21:44 – Mesma observação do (*).

23:14 – Mesma observação do (*).

27:34 – Substituição da palavra “vinagre” por “vinho”, dando a impressão de que Jesus precisou de um analgésico, a fim de suportar as dores na cruz.

Marcos 1:2 – A Isaías é dado total crédito sobre algo que ele jamais disse. Porque foi Malaquias (3:1)quem falou a primeira parte do verso, em o nome de Jeová, tendo Isaías dito a segunda parte. Isso aconteceu em razão da apostasia Alexandrina, no ano 200 d.C. Em vez de Isaías deveria ser dito “nos profetas”.

2:17 – Subtração da expressão “ao arrependimento”.

7:16 – Mesma observação do (*).

16:9-20 – Mesma observação do (*). Isso, obviamente, para colocar em dúvida a Ressurreição e Ascensão do Senhor Jesus Cristo.

Lucas 4:4 – Subtração da expressão: “… mas de toda a palavra de Deus”.

23:34 – Mesma observação do (*).

23:42 – Substituição da palavra “Senhor” por “Jesus”, bem ao gosto das TJs e dos espíritas, que não creem na divindade de Cristo.

João 3:13 – Subtração da expressão “que está no céu”, depois de “o Filho do homem”.

3:15 – Subtração da expressão “não pereça, mas”, antes de “tenha a vida eterna”.

5:4 – Substituição da palavra “Porquanto” pela expressão “De vez em quando”.

6:47 – Subtração da expressão “crê em mim”, obviamente para deixar somente “Crê”, pois os espíritas, novaerenses, TJs e Mórmons também “crêem”, só que nãona divindade de Cristo.

Atos 8:37 – Mesma observação do (*). Pior é a BLH, cuja edição, com o imprimaturda Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, de 04/01/1975, OMITE esse versículo, a fim de negar a divindade do Senhor Jesus Cristo.

10:30 – Subtração da expressão “em jejum”, antes de “orando”.

Romanos 8:1 – Subtração da expressão “Que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Isso facilita a prática do pecado.

9:5-6 – Substituição da expressão “segundo a carne” por “linhagem humana” e acréscimo (v. 6) da palavra “pensemos”. Deus proíbe acréscimos à sua Palavra e os editores da NVI são especialistas em cometer esse PECADO.

14:10 – Substituição da palavra “Cristo” por “Deus”, negando, assim, que todos nós comparecemos diante do Tribunal de Cristo, conforme a 2 Coríntios 5:10.

1 Coríntios 3:15 – Acréscimo da palavra “esse”, deturpando completamente a significação do verso e dando margem à crença na existência do purgatório.

5:7 – Subtração da expressão “por nós”, em seguida a “foi sacrificado”, a fim de negar o sacrifício vicário de Cristo em nosso favor.

6:20 – Subtração da expressão final “… e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”.

Colossenses 1:14 – Subtração da expressão “pelo seu sangue”, depois da palavra “redenção”. Mais uma tentativa diabólica de negação do valor salvífico do sangue do Senhor Jesus Cristo.

2 Tessalonicenses 2:8 – Substituição da palavra “iníquo” por “perverso”, que é mais leve. Perversos e pervertedores são os traficantes de drogas e aqueles que “pervertem” a Palavra de Deus, enquanto que “iníquo”, isto é, capaz das piores atrocidades espirituais, será o Anticristo.

1 Timóteo 3:16 – Substituição da expressão “na carne”, pela expressão “em corpo”, bem ao gosto dos espíritas e novaerenses.

1 Pedro 2:2 – Substituição da expressão “vades crescendo” (obviamente na salvação) por “cresçam para a salvação”, dando margem às boas obras do Catolicismo Romano, necessárias à salvação.

4:1 – Substituição da expressão “na carne” pela palavra “corporalmente”, bem ao gosto dos espíritas e novaerenses.

1 João 4:3 – Subtração da expressão ”que Jesus Cristo veio em carne” pela simples palavra “Jesus”, diluindo a divindade do Senhor.

5:7-8 – Aqui a NVI dá uma boa “colher de chá” para todos os hereges, que se auto intitulam “evangélicos”, negando a Trindade. Em vez de dizer no verso 7, como a KJ “and these three are one” e no verso 8 “these three agreed in one”, a NVI subtraiu a parte final do verso 7 e no verso 8 usou a expressão “os três são unânimes”, em vez de “estes três concordam num”, como também lemos na FIEL. Ela ainda põe em dúvida a veracidade desses dois versos, com a clássica afirmação de que parte do mesmo não consta nos manuscritos, antes do século 12, etc. O crente novo, com o aval dos pastores ambiciosos, vai se alimentando de “leite poluído” e, em vez de crescer, acaba adoecendo gravemente e, muitas vezes, até morrendo de desnutrição espiritual. Vamos anexar a este um trabalho do jovem e bíblico Mario Sergio de Almeida, sobre as bíblias deturpadas.

5:16-17 – A linguagem está rebuscada demais, a fim de confundir os leigos. Esse método é sempre usado pelo Cardeal Ratzinger, líder atual da Inquisição Católica, a fim de que o leigo fique boiando no assunto e só entenda o que convenha aos editores…

Apocalipse 1:11 – Aqui a NVI saiu completamente do sério, ao omitir as palavras de Jesus: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro”, a fim de negar a divindade do nosso Senhor Jesus Cristo, agradando, assim, a gregos e troianos, e podendo faturar milhões às custas dos pastores (muitos deles, semianalfabetos bíblicos) e dos leigos incautos, que preferem um bom filme na TV a uma santa excursão pela Bíblia FIEL da Trinitariana.

8:13 – Aqui a NVI seguiu o mesmo caminho das outras versões novas e foi até o zoológico, a fim de lá conseguir uma “águia”, a qual saiu voando neste versículo, substituindo a “anjo” da BKJ e da FIEL.

11:17 – Omissão da expressão “e que hás de vir”, depois de “e que eras”, negando a volta de Jesus. Troca do verbo “reinaste” pela expressão “começaste a reinar”, cujo significado é bem diferente.

Em nosso teste feito agora, podemos dizer … “pesado foste na balança, e foste achado em falta.” Dn 5: 27b. Assim, concluímos que a NVI não merece nossa credibilidade, pois, assim como uma balança [que] é enganosa, ela subtrai as palavras do nosso Senhor Deus. Tremamos ante Ap 22:18-19 + Pv 30:6 (não adicionar/ subtrair), 2Co 2:17 (não corromper), e Rm 1:25 (não transformar a Bíblia em mentira)!

Para encerar: você diz:

De onde você tirou esse conceito de que a Igreja não é a Noiva de Cristo? Essa doutrina não é romana – é bíblica! O artigo que você recomendou não prova nada – e é bastante confuso

“confuso” Realmente você gosta de coisa fácil (risos) bom você citou um ótimo texto (Ap 21:9-10) agora colocou só parte do texto creio que por conta da sua simpatia por texto mutilados (NVI) e com certeza não leu o artigo indicado, pois lá esta bem claro que a noiva do cordeiro é a Nova Jerusalém.

“E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro. E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu.” (Ap 21:9,10)

Só falta agora você traduzir nova Jerusalém como igreja e se junta a os hereges da NVI

Conclusão: seu blog tem muitas informações boas em defesa do criacionismo, mas vejo que apesar de defender o criacionismo você  não defende a Bíblia inspirada, se tornando assim um evolucionista da bíblia ao defender uma ‘bíblia’ que é evolucionista.

Como é um pessoa que pensa que sabe talvez tente refutar de uma maneira argumentativa sem provas como fez  inicialmente, ou ate mesmo não a poste no seu blog, mas  nem por isso vai deixar de ser postado.

Por estes e por outros motivos tenho algumas restrições em recomendar seu blog talvez com alguma nota avisando sobre fortes tendências ao modernismo textual o qual esta levando muitos crentes a apostasia (desvio da verdade).

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Sobre Ministério Heresia Tô Fora!

O ministério Heresia Tô Fora, no inicio era uma coluna no jornal O Resgate, mas as dúvidas enviadas pelo e-mail foram tantas que senti a necessidade de criar um site e um centro de estudos que funciona desde 1994, nosso ministério é paraeclesiástico e interdenominacional que promove a fé cristã mediante a produção de pesquisas e informações religiosas. Nossos objetivos são informar, ensinar e equipar os cristãos sobre as verdades do cristianismo bíblico. Visa atender à igreja em suas necessidades, oferecendo uma parceria qualificada na área da Apologética Cristã.
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